
Bots e IA: até que ponto os assistentes pessoais serão realmente pessoais?
Será que os assistentes pessoais baseados em IA conhecerão os usuários o suficiente para fazer recomendações relevantes e personalizadas? Será que eles se tornarão, então, um canal para os anunciantes? Martin Beeby, evangelista técnico da Microsoft, e eu discutimos o assunto. Assista ao Video da nossa conversa aqui ou role a página para baixo do Video para ler a transcrição.
Até que ponto os assistentes pessoais serão personalizados?
Martin Beeby (Evangelista Técnico da Microsoft): Essa é uma das coisas em que um assistente pessoal — a ideia desses assistentes pessoais — precisa ser realmente pessoal. Eles precisam começar a entender que eu não gosto da pizza da Pizza Hut e que a Syd não gosta da Domino’s. E que você gosta de pedir coisas em restaurantes que têm apenas uma foto na página do Facebook. Quero dizer, ele precisa nos conhecer melhor, eu acho, antes de poder sugerir o lugar certo para comprarmos coisas.
Sam Machin (Defensor de Desenvolvedores da Nexmo e Campeão da Alexa): É, é interessante, não é? Será algo pessoal? Quão pessoal será em comparação com o quão comercial, corporativo ou publicitário será, sabe?
Martin: Acho que isso vai depender de quem paga pelo sistema. Se você for um usuário que paga algum tipo de assinatura para esse sistema, provavelmente terá opções à sua escolha. E se não for o caso, e se o sistema for oferecido gratuitamente, provavelmente receberá anúncios.
[Nota do editor: Assista à discussão completa de uma hora sobre o estado da tecnologia de bots de IA.]